A compra de um imóvel é um dos maiores investimentos que muitas pessoas farão em sua vida. Por isso, o processo de negociação exige atenção aos detalhes, especialmente quando o assunto são os pagamentos envolvidos. Durante a compra, termos como “sinal” e “entrada” são frequentemente mencionados, mas muitas pessoas não sabem exatamente qual é a diferença entre eles.
Embora muitos tratem o sinal e a entrada como se fossem a mesma coisa, cada um desses conceitos tem um papel específico no processo de compra de um imóvel.
Em uma explicação simplificada, o sinal é um pagamento inicial feito pelo comprador para formalizar sua intenção de compra, enquanto a entrada é uma parte do valor total do empreendimento, que será descontada no momento do financiamento.
Neste texto, você vai entender o que significa cada um desses termos, como eles se aplicam ao processo de compra e qual a importância de cada um deles no financiamento.
O que é o sinal na compra de um imóvel?
O sinal é um pagamento inicial realizado pelo comprador no momento em que ele decide adquirir um imóvel. Esse pagamento é uma espécie de garantia para o vendedor, demonstrando que o comprador tem a intenção firme de fechar o negócio.
Ao pagar o sinal, o comprador formaliza o interesse e, de certa forma, compromete-se a seguir com a compra.
O valor normalmente é acordado entre as partes, e pode variar dependendo do tipo de negociação, do imóvel e da negociação com o vendedor.
Vale ressaltar que o sinal não faz parte do valor financiado. Ele não é descontado da dívida total a ser paga no futuro. Ele serve mais como uma “retenção” do comprador, que não pode simplesmente desistir da compra sem enfrentar alguma penalidade.
Isso significa que, se o comprador desistir da compra após ter pago o sinal, ele pode perder esse valor, de acordo com as condições estipuladas no contrato.
Normalmente, o sinal representa um valor entre 5% e 10% do preço total do imóvel, mas isso pode variar. É importante entender que o sinal não tem um valor fixo e que ele deve ser acordado entre as partes no momento da negociação.
O que é a entrada?
A entrada, por outro lado, é uma quantia que o comprador paga como parte do valor total do imóvel.
Diferentemente do sinal, ela tem um papel direto no financiamento. Ou seja, é uma porcentagem do valor total que será paga diretamente pelo comprador e será descontada do valor que será financiado.
Por exemplo: se o valor total for R$ 300.000 e a entrada for de 30%, o comprador pagará R$ 90.000, e o restante (R$ 210.000) será financiado.
Desde novembro de 2024, a porcentagem de entrada para financiamentos na Caixa Econômica Federal mudou. Segundo reportagem da Agência Brasil, “para quem financiar imóvel pelo sistema de amortização constante (SAC), em que a prestação cai ao longo do tempo, a entrada subirá de 20% para 30% do valor do imóvel. Pelo sistema Price, com parcelas fixas, o valor aumentará de 30% para 50%”.
A entrada é essencial para que o comprador consiga obter aprovação no financiamento. Ela é uma garantia para a instituição financeira de que o comprador tem condições de arcar com parte do valor do bem.
É ela que vai ajudar a reduzir o valor a ser financiado. Pode ser paga à vista ou financiada em alguns casos, mas a maioria dos bancos exige que ela seja paga de forma antecipada.
Além disso, quanto maior for o valor da entrada, menores serão os encargos financeiros para o comprador, uma vez que ele estará financiando uma quantia menor.
Diferenças principais entre sinal e entrada
Agora que já falamos sobre o que é o sinal e a entrada, vamos reforçar as principais diferenças entre esses dois conceitos.
- Natureza do pagamento: o sinal é uma garantia de que o comprador tem a intenção de concluir o negócio, enquanto a entrada é uma parte do pagamento que será descontada do valor do imóvel a ser financiado.
- Destino do valor: sinal não é considerado como parte do financiamento, sendo pago diretamente ao vendedor como uma demonstração de compromisso. Já a entrada é descontada do financiamento, ajudando a reduzir o valor que será financiado e as parcelas mensais.
- Importância no financiamento: enquanto o sinal serve para formalizar o acordo entre comprador e vendedor, mas não tem impacto direto no financiamento, a entrada, por sua vez, é fundamental para a aprovação do crédito e para determinar o valor das parcelas do financiamento.
- Valor: o valor do sinal costuma ser negociado diretamente entre as partes e é um percentual do valor total, mas que pode ser menor que a entrada. A entrada, normalmente, é um percentual fixo que varia entre 30% a 50% do valor total do imóvel (na Caixa Econômica Federal) e é exigido pelas instituições financeiras.
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Agora que você já compreendeu a diferença entre sinal e entrada, é hora de planejar a compra do seu imóvel.
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